«Querido leitor, escrevo-te da Montanha, do sítio onde medram as raízes deste blogue»

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Serra da Estrela- “Acampamento no Covão D’Ametade” (II Dia)


II Dia (16 de Junho): PR5 "Rota do Maciço Central"

Fotorreportagem:
Os primeiros raios de luz iluminam o Cântaro Magro… 

E o Vale Glaciar do Rio Zêzere também!
 
O nascer de um novo dia é algo de verdadeiramente mágico

Cá estão eles: Cântaro Raso (esquerda), Cântaro Magro (centro) e Cântaro Gordo (direita)
 
Vale da Candeeira
 
Ribeiro da Candeeira (afluente do Zêzere)
 
Abrigo de pastores
 
  As cores conseguem vocês ver, mas os cheiros esses ficarão gravados na memória de quem por lá passou
 
Lagoa do Peixão (também conhecida como Lagoa da Paixão) e o imponente Fragão do Poio dos Cães
 
Para terem uma ideia da beleza do cenário (reparem bem no som de fundo)
 
Quem diria, às portas do Verão e a Serra da Estrela ainda com neve/gelo
 
Antes o silêncio carrancudo das fragas que o calor do ruído humano na Torre
 
E começava por esta altura uma espécie de “tour às lagoas NATURAIS da Serra da Estrela”
 
Uma pequena lagoa, mas com a temperatura da água bastante agradável
 
E mais uma…

O maciço central é um autêntico espinhaço de granito
 
Não são bolas de naftalina…
 
Ora aí está uma bem grande…
 
… e outra mais pequena
 
Vista para as Salgadeiras
 
Vale da Candeeira visto a partir da base de acesso ao cume do Cântaro Gordo
 
  Chegada ao mítico Covão D’Ametade
 
Gostaria de deixar uma palavra de apreço ao camarada Filipe Mostardinha pelos tão bons momentos de companheirismo e convívio e também pela sua inesgotável energia e leveza de espírito com que parte para a montanha. Um Grande Bem-Haja!
Pedro Durães


2 comentários:

Alberto Pereira disse...

E para terminar o fim-de-semana em grande, mais uma brutal caminhada pelo Maciço Central!

Gostei!

Pedro Durães disse...

Olá Alberto,

- Atenção, apesar da curta distância do percurso (10Km), ele pode ser "esticado" para mais de 20km's! Mesmo optando por percorrer o percurso original (o tal de 10km), ele é bastante "durinho". Muito desnível, completamente exposto aos elementos, exclusivamente percorrido por carreiros de pé posto (em certas partes temos de literalmente trepar pelas rochas acima), e mal sinalizado em alguns trechos do trilho. Este percurso abandona um pouco a cena "pedestrianista" e entra um pouco numa vertente mais montanheira (apesar de sinalizado e homologado pela FPME).
Ah! E para terminar, no maciço central há mariolas por tudo quanto é lado! É preciso olho vivo amigo. No entanto posso dizer-te que este foi um dos melhores trilhos que fiz até hoje... brutal!

Um Abraço Montanheiro,
Pedro Durães